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Uma cidade entre o real e o imaginário: a ACAM preserva o universo de lendas e mitos

  • Luan Aparecido, Luiz Carlos Diniz e Pedro Lotti
  • 17 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura

47° edição


A Primaz de Minas esconde um universo fantástico com seres assombrosos.


#ParaTodosVerem: Imagem com musgos e vegetação rasteira verdes, onde é possível ver a presença de trevos, além de outras pequenas plantas em um chão de terra pouco aparente, margeado por uma mureta de concreto repleta de lodo. Em destaque, no centro da fotografia, há uma garrafa de vidro transparente de tampa dourada, além de uma cruz de madeira com a representação de Jesus Cristo em tons dourados, do seu lado esquerdo, cruzada com uma peneira de estrutura azul e rede branca, do lado direito da mesma garrafa.
Ferramentas conhecidas popularmente como instrumentos de proteção e captura de Saci, personagem folclórico brasileiro| Foto: Luan Aparecido

Ao longo dos 320 anos desde a fundação da Mariana, o município, seus distritos e cidades vizinhas, colecionam histórias de aparições, lendas, mitos e causos sobre criaturas fantásticas que permeiam o imaginário popular dos moradores e visitantes. Os personagens dessas descobertas e tradições são os mais variados, desde alguns muito característicos da região como o Caboclo D’água, de Barra Longa, a Noiva do distrito marianense de Furquim e a Mãe do Ouro, de regiões rurais marianenses e ouro pretanas, até os internacionalmente conhecidos lobisomens e um recém-chegado Saci à região. 


A Associação dos Caçadores de Assombração de Mariana (ACAM), e outros pesquisadores e perpetuadores dessas histórias se tornam parte do ciclo que guarda a cultura regional e nacional, transformando o município em um dos mais assombrados de Minas Gerais.


#ParaTodosVerem: Fotografia com uma fenda em uma parede de pedras. Na sua parte de baixo, há um caminho de escoamento de água. Ao lado esquerdo do caminho, há uma planta com pequenas flores rosas. Do lado direito, há outra pequena planta, só que de folhagem esverdeada. No canto superior esquerdo há duas samambaias também pequenas. O centro da foto é parcialmente preenchido por uma escuridão que não deixa ver o fim dessa fenda, e rodeado, nas laterais e na parte inferior da imagem, pelas pedras que compõem mais de dois terços do quadro, e é iluminado por uma luz branca natural.
Fenda, localizada em Passagem, conhecida graças à lenda de Maria Sabão, que, segundo a história, cozinha crianças malcriadas em um caldeirão no seu interior | Foto: Luan Aparecido

Confira histórias sobre Sacis, lendas hiperlocais e experiências com seres místicos.


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