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“O pandeiro é quem conduz o compasso da minha caminhada”: entrevista sonora com a artista Bela Gomes

  • Ingrid Dias
  • 11 de jul. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: 20 de ago. de 2025

46ª edição


Foi entre Minas e Bahia que a artista itabiritense se encontrou no compartilhamento dos saberes artísticos.  


Ouça a matéria completa:


A imagem mostra uma mulher parda de cabelo cacheado, vestindo um xale vermelho e roupas estampadas coloridas, segurando um pandeiro. À esquerda  vê-se outra pessoa segurando um pandeiro, e à direita aparecem partes de outra pessoa com roupas estampadas.
 Bela Gomes ensina pandeiro em sua oficina do Projeto Pandeirosas. | Foto: Ingrid Dias

Artista, cantora, educadora e mãe solo: essa é Isabela, conhecida artisticamente como Bela Gomes. De Itabirito, região dos inconfidentes de Minas Gerais (MG), seus primeiros contatos com a arte foram por meio dos famíliares que se juntavam para tocar pandeiro no quintal de sua avó.  


Bela diz ser grata ao pandeiro e que o instrumento faz parte de sua caminhada como artista. “Hoje é minha principal fonte de renda. O pandeiro é quem conduz o compasso da minha caminhada”, afirma Bela Gomes. 


Os projetos Pandeirosas, Samba com Dendê e o Prá Lá é Prá Cá fazem parte de sua jornada artística. Para Bela, a arte se faz com a ancestralidade, afro-brasilidade, saberes indígenas e na confluência com território.


 Confira a matéria completa no podcast.


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