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Cerimônia restrita sobre ICMS Cultural evidencia exclusão da população em eventos que afetam a cidade
V Encontro das Cidades Históricas, em Mariana, discute pautas que atingem diretamente a população, no entanto, não a incluiu nos debates. Após liderar ranking de avaliação para o recebimento do ICMS Cultural, Mariana V Encontro de Cidades Históricas e discute futuro do patrimônio e turismo após perda do imposto. Foto: Gisele Santoli. #ParaTodosVerem: Palco de teatro iluminado em Mariana com pessoas recebendo prêmios. Em primeiro plano, a plateia de costas sentada em poltronas
Gisele Santoli, Joyce Campolina e Júlia Quedevez
25 de jul.9 min de leitura


Férias escolares mudam a rotina das famílias
O recesso escolar altera a rotina das famílias e evidencia os desafios da maternidade diante da necessidade de conciliar diferentes demandas. Parquinho vazio localizado no bairro Rosário em Ouro Preto. Foto: Maria Luiza Ribeiro. #ParaTodosVerem: Parquinho com escorregador, balanços e brinquedos coloridos sobre um gramado. Ao fundo, há um muro, árvores e casas em estilo colonial construídas em uma encosta. O céu está parcialmente nublado, com uma faixa de nuvens à esquerda e
Jully Campelo, Maria Luiza Ribeiro e Vinicius Augusto
25 de jul.7 min de leitura


Uma Repactuação sem povo e territórios de medo
Ouça na íntegra: Até onde vai a justiça quando desenhada longe de quem precisa dela? Nas margens invisibilizadas da Bacia do Rio Doce, a história teima em ser imposta de cima para baixo. Nos últimos quase dois anos, gabinetes climatizados e escritórios corporativos ecoam discursos de triunfo sobre o "Novo Acordo do Rio Doce". A chamada Repactuação é vendida pelas empresas e governos como o desfecho definitivo para o crime de 5 de novembro de 2015. No entanto, para os atingido
Bruno Willens
21 de jul.2 min de leitura


Os desafios da duplicação para moradores das margens da BR-356
Moradores relatam insegurança e falta de informações divulgadas por órgãos competentes e se apoiam em políticos para possíveis desdobramentos. Carros de passeio ou veículos mais sensíveis são engolidos pelo fluxo intenso de carretas de minério e caminhões. Foto: Maria Clara Bispo. #ParaTodosVerem: Trânsito na BR-356, com uma motocicleta na cor preta e um caminhão vermelho em destaque. Em segundo plano, aparecem caminhões e carros. Nas margens da estrada, uma mata alta cresce,
Fernanda França e Maria Clara Bispo
21 de jul.9 min de leitura


Comunidades Quilombolas diante do Desastre da Samarco e dos Desafios da Reparação em Mariana
Lideranças quilombolas denunciam situações de desigualdade e racismo ambiental que contribuem para a invisibilidade dessas populações, enquanto enxergam no Novo Acordo do Rio Doce uma possibilidade de conquistas importantes. Daiane (esquerda), Neusa e João Carlos com a bandeira da Associação Vila Santa Efigênia e Adjacências na MG 262. Foto: Tainá Quirino. #ParaTodosVerem: No lado esquerdo está a Daiane, mulher negra de cabelo cacheado longo e solto, veste calça jeans e blus
Natália Xavier e Tainá Quirino
20 de jul.14 min de leitura


Dois rios e uma direção
As pessoas que são força e resistência mantêm viva a memória de um quilombo que teve seus rios destruídos pelo desastre-crime da Vale e BHP (Samarco), em 2015, enquanto lutam pela inclusão no Novo Acordo do Rio Doce. Ouça na íntegra: Dos mais de 300 anos de existência da comunidade Ribeirinho de Volta da Capela, dona Teresinha viveu um terço. Teresa Cardoso, 95 anos, matriarca da comunidade que nasceu no início do século XVIII, é a personificação da cultura, da memória e da
Artur Magalhães e Clara Lamacié
16 de jul.1 min de leitura


Influência digital e a violência de gênero: como movimentos misóginos influenciam adolescentes na Região dos Inconfidentes
O crescimento de conteúdos ligados aos movimentos Red Pill e Trad Wife evidencia os desafios de combater a misoginia e promover relações igualitárias entre as novas gerações. A foto faz referência a entrega das pílulas no filme Matrix, e ao fundo itens que pertencem a adolescentes. Foto: Fernanda França. #ParaTodosVerem: Ao centro da imagem mãos seguram pílulas, a mão direita uma pílula azul e na esquerda uma vermelha, entre as mãos figurinhas da copa a direita um estojo colo
Fernanda França, Natália Xavier e Tainá Quirino
4 de jul.9 min de leitura


Da redação à investigação
Com passagem pelo jornalismo e pela Delegacia da Mulher, a delegada Aline Lourenço fala sobre a rotina na Polícia Civil, o atendimento às vítimas e os desafios da segurança pública em Mariana (MG). “Não existe resposta mal dada, existe pergunta mal feita”. Antes de assumir a Delegacia da Polícia Civil em Mariana, Aline Lourenço atuou como repórter e levou para a investigação criminal aprendizados sobre escuta, apuração e contato com pessoas em situação de vulnerabilidade. Fot
Alberto Godefroid, Bárbara Guido e Milena Pereira
2 de jul.10 min de leitura


EDITORIAL | O digital que amplia e o impresso que ancora
47º edição Ainda que o jornalismo digital também registre o tempo e a memória, há histórias que precisam ocupar um espaço físico. No Jornal Lampião do período 2025.2, o retorno ao impresso, após vários anos sem ele e já no ciclo inicial da redação, não vem como oposição ao digital, mas em sua complementaridade. Nas primeiras semanas de produção da 47ª edição, revisitamos pessoas e territórios que permanecem com feridas abertas por um dos maiores crimes socioambientais minerá
Eduarda Belchior
5 de mar.5 min de leitura


HOLOFOTE | Pelos caminhos e destinos, a luz que nunca se apaga
O Lampião é um diamante bruto da nossa região, mas um diamante guardado no cofre da universidade não brilha para quem realmente precisa dele. Nosso próximo passo deve ser garantir que o público-alvo receba, leia, e acima de tudo, se veja no conteúdo que distribuímos.
Eduarda Rameh
5 de mar.3 min de leitura


180 anos de um Carnaval que resiste ao tempo
47º edição O tradicional Bloco Zé Pereira da Chácara encanta a folia marianense ao longo dos séculos. O bloco mais antigo de Minas que encanta diferentes gerações no Carnaval da Primaz | Foto: Mariana Amaral O sol da tarde rebate nas fachadas coloniais da Praça da Sé, mas o brilho que cega não vem do ouro dos altares, e sim do glitter que insiste em colar na história. Em Mariana, o Carnaval não é apenas uma festa, é uma suspensão temporária da gravidade histórica. Aqui, o
Mariana Amaral
25 de fev.4 min de leitura


Enquanto a folia passa, o tempo fica
47º edição No carnaval, Mariana se transforma em um espaço onde passado e presente celebram juntos. Durante a folia de Carnaval, as ruas tornam-se um palco vivo para celebração da cultura popular. Em Mariana, os vestígios do passado, presentes ainda no calçamento das ruas e vielas, na arquitetura das casas e igrejas, e, como cenário da cidade, se transformam em protagonistas da festa. Este ensaio fotográfico busca capturar o encontro entre o efêmero, representado pelo carnav
Nicole Alves
25 de fev.2 min de leitura
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